2 mar

led.on

The Led Zeppelin Attitude Band

Os LED.ON são, para muitos, uma verdadeira banda de culto de celebração do legado dos Led Zeppelin, um dos nomes maiores da história da música rock. Com uma formação que dispensa apresentações, os LED.ON assinam o seu projecto musical como The Led Zeppelin Attitude Band. Com Paulo Ramos na voz, Mário Delgado na guitarra, Manuel Paulo nos teclados, Zé Nabo no baixo e Alexandre Frazão na bateria, os LED.ON propõem uma viagem musical que pretende celebrar o legado de Page, Plant, Jones e Bonham. Juntos, recuperam o som dos Led Zeppelin da forma mais fiel possível, sem arranjos e sem adaptações. Por onde passam, os LED.ON deixam a sua marca e uma legião de fãs com vontade de os voltar a ver.

Zé Nabo, contemporâneo dos Led Zeppelin, está na música desde os anos 60. Fez parte, entre outros, do Quarteto 1111, Salada de Frutas, Ala dos Namorados. Gravou o primeiro disco do Rui Veloso, com quem continua. Mário Delgado, com formação jazzística, regressa aqui à sua época pré-jazz onde, entre outros, colaborou e gravou com Jorge Palma, Lena D’Água, Resistência e Ala dos Namorados. Alexandre Frazão, grande conhecedor da música Zeppeliniana e admirador de John Bonham, tem a particularidade de tornar sua qualquer linguagem musical. Trabalhou com todos os nomes sonantes da música portuguesa: Pedro Abrunhosa, Resistência, Maria João e Mário Laginha, Ala dos Namorados, Rui Veloso… Manuel Paulo andou por várias paragens, desde o jazz, passando pela banda de Rui Veloso e Jorge Palma. É membro fundador da Ala dos Namorados. Paulo Ramos, dono de uma voz singular que lhe permite cantar o repertório de Page, Plant, Jones e Bonham, é a peça chave que justifica a existência desta celebração. Cantou, gravou e colaborou com inúmeros artistas nacionais e estrangeiros.

Ficha técnica

Paulo Ramos voz Zé Nabo baixo Mário Delgado guitarra Alexandre Frazão bateria Manuel Paulo teclados

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09 mar

Cristina Branco

Menina

Cristina Branco é sinónimo de sofisticação. Dentro de uma área de fortes raízes, conservadoras e tradicionalistas, como é o caso do fado, Cristina Branco apresenta sempre uma alternativa alicerçada no profundo conhecimento dos poetas e poemas que interpreta, em compositores requintados e em músicos de excelência que transpõem uma aura única ao vivo.

Menina é o título do seu novo trabalho com temas originais de autores como Filho da Mãe e André Henriques (Linda Martini), Cachupa Psicadélica, Mário Laginha e António Lobo Antunes. Um disco de novas abordagens, de novos compositores de várias latitudes da música portuguesa como os já referidos, mas também como Peixe e Nuno Prata (Ornatos Violeta),  Pedro da Silva Martins e Luís Martins (Deolinda), Jorge Cruz (Diabo na Cruz), Luís Severo (Cão da Morte), um fado tradicional (com texto de Amália), e textos de Ana Bacalhau (Deolinda) e Kalaf (Buraka Som Sistema).

Tão universal quanto fiel às raízes, assim será o concerto de apresentação de Menina.

Ficha técnica

Cristina Branco voz Bernardo Moreira contrabaixo Bernardo Couto guitarra portuguesa Luís Figueiredo piano e teclados

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16 mar

paulo bandeira trio

O baterista Paulo Bandeira tocou com nomes como Carlos Barretto, Afonso Pais ou Laurent Filipe, mas também são conhecidas as suas investidas fora do jazz, com Janita Salomé, Ala dos Namorados e várias orquestras. Apresenta-se aqui na liderança de um trio que se completa com João Paulo Esteves da Silva (piano) e Nelson Cascais (contrabaixo). Nesta formação Paulo Bandeira procura um repertório jazzístico, mas com raízes e estéticas europeias, interpretando temas originais dos seus elementos e alguns de outros compositores.

Com este trio Paulo Bandeira regressa à formação do seu primeiro CD.

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23 mar

artur e bitocas fernandes

Ao Toque da Concertina

O Oceano Atlântico foi, no final do século XIX e início do XX, palco vibrante de migrações, essencialmente com destino ao continente americano. As músicas viajaram com as pessoas e com elas os instrumentos musicais.

Ao Toque da Concertina é uma viagem musical pelos ritmos e balanços do toque da concertina de culturas em contacto com o Oceano Atlântico, nas quais se destacam o tempo forte latino, o contratempo celta e a poliritmia africana.

À medida que o fole vai descobrindo os balanços específicos e miscigenados de cada país, vão-se revelando os principais e respetivos intérpretes, nomenclaturas e particularidades.

ficha técnica

Artur Fernandes Concertina Bitocas Fernandes Percussões

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30 mar

luiz caracol

Metade e Meia

Luiz Caracol é músico, cantor e autor português que tem na génese do seu trabalho uma mestiçagem muito própria, fruto da forte influência urbana da cidade de Lisboa, onde vive, e do hemisfério sul, África, de onde sempre se sentiu parte. Quem ouve Luiz Caracol pela primeira vez não esquece e reconhece a sua unicidade para sempre.

Em 1992 começa a tocar guitarra e a cantar, e em 1996, faz alguns concertos em alguns bares e clubes da cidade. Em 2005 cria o seu primeiro projeto de música original Luiz e a Lata, com o qual grava dois álbuns e em 2009 aceita o convite da cantora Sara Tavares para integrar a sua banda como convidado, com quem partilha o palco em muitos festivais e salas de concertos um pouco por todo o mundo.

A participação no documentário MPB (Música Portuguesa Brasileira), sobre a música lusófona, em 2011 permite-lhe colaborar com nomes como: Jorge Palma, Sara Tavares, Fernanda Abreu, Tito Paris, Valete, Susana Travassos, entre outros.

Em maio de 2013 estreia o seu primeiro álbum a solo, intitulado Devagar, que conta com várias participações e parcerias, tendo-o apresentado em vários países como Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Cabo Verde, Brasil e Estados Unidos, onde em agosto de 2015 realizou uma tour em nome próprio de enorme sucesso.

Neste concerto apresenta o seu segundo álbum de originais, recentemente lançado, com o título genérico Metade e meia.

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06 abr

orquestra cp jazz

Direção de Jorge Costa Pinto

Concerto com os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz (Artes do Espetáculo) do Conservatório de Música de Coimbra, um projeto educativo que capacita os alunos para o desempenho artístico profissional e/ou de prosseguimento de estudos no ensino superior artístico, dirigidos pelo maestro Jorge Costa Pinto.

Jorge Costa Pinto, compositor maestro, cursou piano e composição na Academia Amadores de Música, com Fernando Lopes Graça, Francine Benoit, Jorge Peixinho e Louis Sager, entre outros. No Berklee College of Music (1965), em Boston (USA), estudou Jazz Arranging. Foi cofundador do Hot Clube de Portugal. Apresentou-se com várias formações na RTP em programas de divulgação do jazz.

Exerceu direção de orquestra em Portugal e outros países e foi compositor no teatro musicado e de bandas sonoras e canções para diversos filmes. Exerceu a função de diretor musical em várias produções para a televisão portuguesa e em inúmeras gravações discográficas para editoras nacionais e internacionais.

A sua big band foi a primeira orquestra organizada em Portugal para interpretar Jazz.

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13 abr

concerto de páscoa

Capela Gregoriana Psalterium, Coro D. Pedro de Cristo e Grupo Vocal Ad Libitum

A ligação entre música e religião é transversal a todas as culturas e a todos os tempos, tendo, na Europa, levado à criação de grandes composições musicais. Com o passar dos séculos, a música sacra foi perdendo algum terreno, mas muitos compositores continuaram a trabalhar em obras ligadas à sua herança cultural e religiosa.

Em Quinta-feira Santa teremos um programa rico em música composta especificamente para a Páscoa com três grupos da cidade de Coimbra. Passaremos pelo canto gregoriano com o Capela Gregoriana Psalterium, pela polifonia com o Coro D. Pedro de Cristo e terminamos, como não podia deixar de ser, com um Requiem, o de Gabriel Fauré, interpretado pelo Grupo Vocal Ad Libitum e Coro Infanto-juvenil Cherubinni Ad Libitum.

O requiem de Fauré é um requiem de esperança, quase alegria. Nas palavras do próprio: «Diz-se que o meu Requiem não expressa o receio da morte e alguém lhe chamou música fúnebre de embalar. É assim, porém, que eu vejo a morte: como uma feliz libertação, a aspiração a uma felicidade transcendente, na vez de uma experiência dolorosa. […] Talvez eu tenha instintivamente evitado aquilo que se entende como certo e ajustado, após tantos anos em que acompanhei ao órgão serviços de exéquias! Eu sei tudo isso de cor. Queria compor algo diferente.» [Fauré, 1902]

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20 abr

jaques morelenbaum & cellosam3atrio

Saudade do Futuro, Futuro da Saudade

“A saudade do futuro é o futuro da saudade. O cello de Jaques Morelenbaum, som miraculoso que tive a dita de ter como companheiro próximo de todas as minhas emissões vocais melódicas, de todas as minhas inspirações composicionais e de todas as minhas idealizações de estruturação de sons. A natural inteligência musical de Jaquinho é de enorme abrangência e o "eu" que se encrusta nela é de uma generosidade inacreditável. Agora, finalmente, temos um disco em que essa densa realidade humana - que temos o privilégio de ver desenvolvida entre nós - se mostra pura. O CelloSam3aTrio é expressão da vida musical que vem assinada Jaques Morelenbaum embaixo.”  Caetano Veloso

Entre os diversos estilos musicais desenvolvidos no Brasil, o Samba é o que melhor representa a vasta diversidade cultural daquele país. A perfeita mistura de influências africanas, europeias e nativas brasileiras, resultaram nesse ritmo e onda musical cheios de charme, sensualidade, graça melódica e sofisticação harmónica.

Jaques Morelenbaum é um instrumentista, violoncelista, arranjador, maestro, produtor musical e compositor brasileiro. Trabalhou com Tom Jobim, Gal Costa, Ivan Lins, Barão Vermelho, Skank, no álbum Piazzolland (de homenagem à obra de Astor Piazzolla), Madredeus, Dulce Pontes, Paulo Flores, David Byrne, Cesária Évora, Mariza, Carminho e Sting.

Mas foi nos inúmeros anos em que acompanhou Caetano Veloso – como instrumentista, maestro, produtor e arranjador – que fortaleceu uma já enorme notoriedade e prestígio internacional: com o baiano, percorreu o mundo com as tournées de Circuladô ao Vivo, Fina Estampa, Prenda Minha, Noites do Norte e A Foreign Sound.

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27 abr

dança na primavera

Alunas do Curso Secundário de Dança + Sonhos de Dança – nos passos de Pina Bausch (doc.)

Evento integrado no programa Abril Dança em Coimbra

No início foi a Música. Música só, no eco das paredes e nome da Escola, ruidosa solidão que durou 25 anos. A Dança chegaria ao 26º e ali vai calcando chão, desafiando a gravidade, em nome dos passos que vêm do tempo em que o Homem abandonou a condição de bicho e, erguido nos membros inferiores decidiu desenhar com o corpo os sonhos que o encantassem.

De encantamento se fará esta noite: o da Dança das alunas do Curso Secundário de Dança na coreografia da Professora Cristina Pereira, o das imagens do documentário Sonhos de Dança - nos passos de Pina Bauch, de Anne Linsel e Rainer Hoffman, revelando o trabalho de Pina Bauch com um grupo de jovens alemães.

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04 maio

diogo simões

Prémio Jovens Músicos 2016

Concerto integrado na Semana do Piano

Diogo Simões iniciou os estudos musicais aos 7 anos, tendo finalizado a Escola de Música do Conservatório Nacional com 20 valores e louvor na classe do professor Helder Entrudo.

Atualmente é aluno do professor Jorge Moyano na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo estudado pontualmente com Aquiles Delle Vigne, Emanuel Krasovsky, Artur Pizarro e Manuel Araújo. Participou e atuou em festivais como a Academia de Verão do Mozarteum de Salzburgo, Chetham's School of Music em Manchester, Académie Les Cimes de Val d'Isère, no Encontro Internacional de Piano de Sardoal, e nas 1ª e 2ª edições do Coimbra World Piano Meeting da Academia Internacional de Música "Aquiles Delle Vigne".

Diogo Simões obteve o 2º Prémio de piano, nível superior, do Prémio Jovens Músicos em 2016, o 1º Prémio do Concurso Florinda Santos e foi finalista do concurso Prémio Franz Liszt do Coimbra World Piano Meeting em 2017. Atuou em importantes salas como a histórica Wiener Saal do Mozarteum em Salzburgo, Casa da Música no Porto, Teatro da Trindade em Lisboa e Centro de Artes e Espetáculo s na Figueira da Foz, com a Orquestra Filarmonia das Beiras.

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11 mai

the fairy queen

Concerto integrado na Semana de Música Antiga

Até ao aparecimento de Benjamin Britten no século XX, Henry Purcell manteve-se como o mais importante compositor inglês de ópera e música de cena. Obras como Dido e Eneias, King Arthur ou The Fairy Queen continuam, ainda hoje, em repertório nos principais teatros líricos. Foi precisamente a partir da música de The Fairy Queen -  composta com base em O Sonho de uma noite de Verão, de Shakespeare – que se construiu este espetáculo musical e cénico, criado e interpretado por alunos das classes de canto e de música antiga do Conservatório de Música de Coimbra. A música de Purcell continua viva e vibrante para os ouvidos do século XXI.

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18 mai

Fernando marques ensemble

O Fernando Marques Ensemble é um projeto musical que se enquadra numa corrente de renovação da Canção de Coimbra centrada na valorização da palavra, por estreita ligação à poesia, e na abertura a outro tipo de instrumentos e linguagens musicais.

A preocupação estética na busca de novos caminhos não esquece a essência do canto e da guitarra de Coimbra, elementos nucleares da sonoridade coimbrã.

Os músicos que constituem o Fernando Marques Ensemble têm, na sua maioria, um percurso musical ligado a grupos de fado de Coimbra, cantando ou acompanhando vários artistas em espetáculos e edições discográficas. Desde a sua constituição, nos finais de 2010, o projeto tem-se apresentado em diversos palcos, destacando-se a participação na final do Festival Cantar Abril de 2011 e os concertos realizados em Lima (Peru, 2015). Para além de Fernando Marques (guitarra de Coimbra), dão corpo a este projeto músicos como: João Cação (Contrabaixo), João Ferreira (piano), Jorge Correia (violoncelo), Jorge Cravo (voz), Jorge Machado (voz), Nuno Silva (voz), Manuel Coroa (guitarra de Coimbra), Rui Namora (viola) e Steve Fernandes (viola).

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25 mai

Júlio Pereira

Neste concerto Júlio Pereira revisitará Cavaquinho.pt, o seu último CD, bem como Cavaquinho que entrou no ouvido de muita gente, em todo o país e no estrangeiro (Cavaquinho, Sasseti, 1981). Júlio Pereira virá ainda com um novo trabalho discográfico gravado, a apresentar nesta primavera de 2017, onde o som da pequena viola de quatro cordas se alia aos seus parentes madeirense e americano, numa criação de contemporânea mestiçagem. Em palco, resulta numa diversificada viagem por múltiplas paisagens sonoras, sem dispensar até um outro olhar sobre o fado.

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Bilhetes à venda no Conservatório de Música de Coimbra quartas das 17h às 20h e quintas das 17h às 21h30